São Paulo, SP – Brasil
 
  27/01/2012
  Foto capta tubarão raro 'sorridente' capaz de devorar ursos polares
 

Para captar as imagens de um exemplar da espécie aquática do raro tubarão da Groelândia (Somniosus microcephalus), nas águas do rio Saint Lawrence, na América do Norte, o fotógrafo havaiano Doug Perrine, especialista em imagens de animais perigosos, ficou apenas a um metro de distância do predador. Apesar de parecer ‘alegre’, há registros de partes de ursos polares e de renas encontradas no interior de tubarões. Exemplares dessa espécie chegam até ter 7 metros de comprimento e costumam procurar por focas e peixes para se alimentar.

Segundo a descrição na lista vermelha das espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza, esse tubarão habita profundidades de até 1.200 metros, principalmente nas águas geladas da região do Ártico. Nenhuma outra espécie de tubarão nada em uma região mais ao norte no planeta. A temperatura da água no local pode chegar a 1ºC.

Moradores da Groelândia e da Islândia caçam há séculos o animal em busca da pele, usada para fazer botas. Os dentes também são extraídos para dar origem a ferramentas de corte. Já a carne é usada em um prato tradicional na Islândia - o hakarl.

Daily Mail / Reprodução

Tubarão da Groelândia fotografado no rio Saint Lawrence, na América do Norte.

Do Globo Natureza

 
  Postado às 16h54
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  27/01/2012
  Tartarugas raras são 'tatuadas' para evitar tráfico
 

Ambientalistas na ilha de Madagascar, na África, estão tomando medidas drásticas para tentar preservar uma das espécies de tartarugas mais raras do mundo, a Astrochelys yniphora. Os especialistas decidiram fazer uma espécie de tatuagem permanente, gravando números nos cascos das tartarugas para reduzir seu valor de revenda no mercado negro.

As Tartarugas-de-Madagascar são cada vez mais visadas por traficantes de animais, que vendem as tartarugas na Ásia como animais de estimação ou para a indústria de alimentos e de remédios tradicionais.

"A venda destes animais é absolutamente proibida. Acreditamos que haja menos de mil animais adultos na natureza. Achamos que mais de 30 foram roubados só este ano", diz Richard Lewis, diretor do programa da Durrell Wildlife Conservation Trust em Madagascar, que acaba de completar 25 anos. As tartarugas são monitoradas por transmissores de rádio que são colocados nos animais e moradores fazem patrulhas para evitar que estranhos frequentem as matas locais. Ainda assim, os especialistas acham que os números gravados nos cascos são uma medida necessária.

O programa já conseguiu que 300 tartarugas nascessem em cativeiro e agora está reintroduzindo os animais à vida selvagem.

Durrell Conservation Trust

Tartarugas raras são 'tatuadas' para evitar tráfico

DA BBC BRASIL

 
  Postado às 16h50
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  27/01/2012
  Cientistas constatam aceleração do derretimento em glaciar na Patagônia
 

Um estudo divulgado pelo Centro de Estudos Científicos do Chile indicou que a geleira Jorge Montt, localizada no Campo de Gelo Sul da Patagônia chilena retrocedeu um quilômetro em um ano devido ao aquecimento global e às condições oceanográficas,

“Quase todas geleiras da região têm experimentado perdas de áreas por conta do aquecimento global. O glaciar Jorge Montt é o que registrou maior retrocesso”, disse Andrés Rivera, durante a apresentação da pesquisa.

Durante a década de 1990, a geleira Montt retrocedeu cerca de 7 km, mas desta vez, o degelo acelerou, o que produziu um grande número de icebergs, acrescentou Rivera. A pesquisa foi realizada entre fevereiro de 2010 e janeiro deste ano, tempo em que foram feitas 1.445 fotografias por meio de duas câmeras instaladas perto do glaciar, com quatro disparos diários.

A investigação científica evidenciou que a estrutura do glaciar de 454 km² “é uma das que apresentaram uma maior perda de tamanho e mais acentuada regressão no Hemisfério Sul”. Além disso, o recuo da geleira Montt significou mudanças na geografia do Campo de Gelo Sul, que tem 13 mil km² e é a terceira maior superfície congelada do planeta, atrás apenas da Antártida e da Groelândia.

Divulgação

Geleiras do Himalaia diminuíram até 22% em 30 anos, afirmam cientistas

Do Globo Natureza

 
  Postado às 16h47
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  27/01/2012
  Fotos mostram efeitos do aquecimento global vistos do alto
 

Imagens de satélites da Nasa (agência espacial americana) exibem os efeitos de fenômenos naturais no planeta, como enchentes e queimadas.

Para muitos cientistas, o desequilíbrio climático está por trás de fenômenos como a cheia histórica que colocou boa parte do Estado de Queensland, na Austrália, debaixo d'água. Segundo relatório da Organização Mundial Meteorológica, embora as temperaturas médias de 2011 tenham sido menores que as do ano anterior, os termômetros, ainda sim, estão acima da média histórica. De acordo com o documento, a América Central, por exemplo, deve ter o ano mais quente em 140 anos.

As imagens da Nasa também mostram as áreas de deslizamentos em Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, fortemente atingida por chuvas que deixaram quase 900 mortos no início deste ano.

Nasa

Campos cultivados ficaram baixo d'água ao longo do rio Mississippi.

DA BBC BRASIL

 
  Postado às 16h41
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  27/01/2012
  Espécie de formiga africana paralisa e mata cupins à distância
 

Um estudo sobre a tática de ataque de uma espécie africana de formigas operárias (Crematogaster striatula) foi divulgado na publicação 'PLoS ONE'. Segundo os pesquisadores, as formigas conseguem utilizar o abdômen para expor o ferrão e fazê-lo expelir o veneno. Aparentemente volátil, a substância causa paralisia e, com o tempo, mata os cupins. Os compostos químicos no ferrão do inseto podem servir para atrair outras formigas amigas e repelir as "estrangeiras", além de paralisar e matar cupins. Somente no caso do ataque aos cupins a ação pode ser feita a distância. Isto seria uma vantagem já que as formigas rivais costumam fugir ao sinal das operárias, mas os cupins costumam defender território enquanto competem por fontes ricas em açúcar.

A pesquisa foi conduzida pela equipe de Angelique Vetillard, da Universidade de Toulouse, na França.

PLoS ONE

Fotos mostram formigas (em preto) mostrando o abdômen em direção a um cupim inimigo. Com o tempo, o cupim começa a se debater até morrer. Na imagem C, uma formiga ameaça um cupim para proteger uma pequena "poça" de mel.

Do G1

 
  Postado às 16h38
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  27/01/2012
  Fêmea de peixe procura amiga mais bonita para fugir de assédio
 

Estudo mostra técnicas de fêmeas de uma das espécies preferidas para a criação em aquários, conhecida no Brasil como “guppy”, “lebiste” ou “barrigudinho”, para fugir do assédio dos machos, que são conhecidos por persistência.

Os pesquisadores estudaram um grupo que vivia em um rio e descobriu que muitas vezes fêmeas que não estavam no cio se juntavam a grupos que estavam. O objetivo era distrair a atenção dos machos e conseguir um pouco de descanso. Os machos são famosos por suas incansáveis tentativas de se reproduzir com as fêmeas a um ponto que acabam impedindo que elas procurem comida ou consigam fugir de predadores a tempo.

O estudo feito nas universidades de Exeter e Copenhague está publicado na edição da revista científica "Proceedings of the Royal Society B".

Wikimedia Commons

Macho e fêmea da espécie

Do G1

 
  Postado às 16h35
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  27/01/2012
  Elefante-marinho percorre 29 mil km em 11 meses no Pacífico, diz ONG
 

Ambientalistas da organização Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS) instalaram um transmissor em um elefante-marinho-do-sul (Mirounga leonina) em dezembro de 2010, na Terra do Fogo, no Chile, e verificaram em novembro de 2011, que o animal havia percorrido cerca de 29 mil quilômetros ao longo dos 11 meses. O elefante-marinho foi acompanhado pela equipe para que os ambientalistas compreendessem melhor as rotas migratórias da espécie.

“Esta informação é vital para melhorar a gestão dos oceanos na região, ajudando a estabelecer as áreas de proteção e a gerir melhor a pesca, sem prejudicar as espécies marinhas vulneráveis", disse Caleb McClennen, Diretor de Programas Marinhos da WCS. De acordo com a organização ambiental, a espécie é indicadora da saúde dos ecossistemas marinhos e pode mostrar como a mudança climática influencia na distribuição de animais na Patagônia.

As informações vão servir para estabelecer um novo modelo de conservação para a região da Patagônia. A organização ambiental monitora 60 elefantes-marinhos por satélite desde 1990.

Divulgação/Wildlife Conservation Society

O elefante-marinho Jackson, cujas viagens foram acompanhadas por 11 meses.
A linha vermelha no mapa mostra o trajeto percorrido pelo elefante-marinho Jackson entre dezembro de 2010 e novembro de 2011.

Do Globo Natureza

 
  Postado às 16h30
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