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Águias pescadoras
trocam peixe por ovelha e irritam escoceses |
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Criadores de ovelhas do noroeste
da Escócia perderam a paciência com o programa
de reintrodução da águia-rabalva,
eles dizem que as gigantescas águias estão
causando prejuízo em seus rebanhos. Segundo os
criadores, as águias mataram, no ano passado, cerca
de 200 animais.
"Chegamos ao ponto de perdermos,
em toda a península, cerca de 200 ovelhas, e creditamos
isso exclusivamente às aves", diz William
Fraser, da fundação. "Em poucos anos,
não haverá mais animais nas colinas",
continua Fraser, que possui uma criação
com 150 animais.
Grupos de conservação
começaram a reintrodução gradualmente
em regiões escocesas a partir de 1975, a ave foi
considerada extinta no início do século
20.
A Royal Society for the Protection
of Birds (RSPB, Sociedade Real de Proteção
aos Pássaros) afirma que o programa é um
ótimo exemplo de sucesso na conservação
de espécies. A entidade, ao lado das parceiras
Scottish Natural Heritage e Forestry Commission of Scotland,
dizem que os números apresentados pelos criadores
não correspondem à realidade.
Divulgação
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Águia-rabalva
(Haliaeetus albicilla) pode medir até 2,4
metros de uma asa a outra |
Da Reuters/Folha de São Paulo
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Butantan abre berçário
de cobras e faz batizado de filhote |
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O Instituto Butantan inaugurou
um berçário de cobras e o local será
moradia de 18 filhotes de jibóia nascidos em março
na instituição. Um concurso irá definir
o nome das cobras, o resultado do concurso será
divulgado em 3 de outubro no site www.butantan.gov.br,
no dia 4 (Dia de São Francisco de Assis, protetor
dos animais) o instituto fará a ‘cerimônia
de batismo’.
Divulgação
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Casal de jibóias
teve ninhada em março deste ano, dezoito
filhotes ficarão em berçário
de cobras no Instituto Butantan. |
Da Folha de São Paulo
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‘Aborrecido’, pássaro
aprende a miar para calar papagaios barulhentos |
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Um mainá de Nanjing, na China,
aprendeu a miar para acabar com a conversa barulhenta
de dois papagaios. A ave, que como os papagaios, possui
facilidade para imitar sons, foi comprada por um homem
que a ensinou a falar, informou o jornal "Yangtse
Evening Post".
Logo depois, o dono comprou dois
papagaios e os colocou perto da gaiola do mainá.
A dupla faladeira passou a irritar o pássaro.
"Ele começou a pular
freneticamente na gaiola depois que os papagaios chegaram",
afirmou o sr. Jiang ao jornal. "O mainá então
percebeu que os dois ficavam quietos quando um gato da
vizinhança vinha aqui e miava", continuou
o chinês.
Depois de alguns dias o mainá
passou a miar e os papagaios ficavam quietos. "Parece
até que ele desaprendeu todo o chinês que
eu ensinei", disse o dono.
Divulgação
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Mainás
(Acridotheres tristis), comuns na Ásia, têm
bastante facilidade para aprender a imitar sons
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Da Folha de São Paulo
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Ibama realiza megaoperação
no Parque Nacional Juruena |
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Coordenador-geral de Fiscalização
Ambiental do Ibama, Luciano de Meneses Evaristo registrou
o dia-a-dia da equipe em um diário de bordo. Veja
os relatos:
Alta Floresta, Mato Grosso, 8 de
setembro, quase uma hora da manhã. Quarenta e dois
agentes ambientais federais e três policiais rodoviários
federais se reúnem no escritório do Ibama.
Nasce a operação Ponta de Lança,
primeira grande fiscalização ambiental no
Parque Nacional Juruena. O Parque é a 3ª maior
Unidade de Conservação brasileira criada
há dois anos, com área de 1,9 milhões
de hectares no norte do estado. O Ibama dá irrestrito
apoio à ação de combate a ilícitos
ambientais idealizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação
da Biodiversidade (ICMbio).
Alta Floresta está imersa em calmaria, como é
típico do interior, mas na unidade do Ibama o clima
é de apreensão. Os coordenadores repassam
os últimos detalhes do plano concebido por ações
precursoras de inteligência e levado a cabo pela
direção do parque com o apoio de especialistas
do Ibama. Enquanto isso, agentes e viaturas permanecem
concentrados na área externa. Aguardam instruções,
pois até o momento nada lhes fora revelado em razão
do sigilo determinado pela coordenação.
Naquela madrugada, faces já
marcadas pelo tempo, carregadas pela experiência,
se misturam com as dos jovens egressos dos últimos
concursos. Estão presentes agentes do Ibama e do
ICMBio de Cuiabá, Sinop e Alta Floresta, e agentes
ambientais de outros estados que atuam na operação
Arco de Fogo na região. Quatro agentes do Grupo
Especial de Fiscalização (GEF) vieram de
Brasília para apoiar os trabalhos.
Em meio aos agentes ambientais federais,
circula com desenvoltura o servidor do ICMBio, alcunhado
de Bin Laden, encarregado de atuar no apoio logístico
da operação. Bin Laden é uma figura
atípica. Simplicidade, bom humor e a grande disposição
para o trabalho são marcantes na sua personalidade.
É um especialista em mecânica de caminhonetes,
caminhões, tratores. É o verdadeiro “Severino”
da equipe. Pra tudo ele dava um jeito.
Duas horas da madrugada. As equipes
foram divididas. Os coordenadores de cada uma recebem
envelopes com os alvos determinados. O comboio de 15 viaturas
do Ibama e uma da PRF [Polícia Rodoviária
Federal] parte aos poucos, para não chamar atenção.
O encontro é em Nova Bandeirantes (MT). Bin Laden
e o seu "veículo oficina” saem por último.
A estrada é esburacada e poeirenta. No caminho,
vários caminhões de madeira serrada dormem
nas reentrâncias da estrada. Ao meu lado, o agente
conhecido como Piauí dirige a viatura com olhos
arregalados, porém firmes ao combater o sono que
certamente se abatia sobre todas as equipes.
Nova Bandeirantes, 7 horas. As equipes
se concentram em um posto de gasolina para o último
abastecimento antes do ataque aos alvos do Parna Juruena.
A cidade entra em polvorosa. Madeireiros acham que o comboio
vai atacar as serrarias. Motoqueiros vigiam o comboio
para avisar os patrões. Abastecidos os veículos,
o comboio parte em direção ao parque. A
velocidade é controlada, pois a entrada no local
está planejada para depois do ataque da equipe
aérea ao ponto de corte seletivo na Fazenda Salomão,
previsto para 13h20. O comboio pára no limite do
parque e aguarda a incursão aérea. Não
há qualquer tipo de comunicação no
local, exceto os rádios portáteis das equipes.
Já passa das 13h30 e não
há sinal do helicóptero do Ibama. A coordenação
determina o avanço do comboio. Nesse momento, aparece
um caminhão Volvo carregado de palanques de itaúba
e escoltado por uma Toyota Bandeirante. A Toyota não
tem placas, nem documentos, e o caminhão não
tem guia para a madeira. Trata-se de extração
ilegal de madeira no interior do Parque Nacional efetuada
pelo gerente da Fazenda Salomão. Os veículos
e a carga são apreendidos e compelidos a voltar
em direção à fazenda.
No caminho, um garimpeiro com uma
motosserra é detido e forçado a voltar.
O comboio avança e repentinamente é paralisado.
Uma viatura cai no vão de uma ponte. Os agentes
se unem para resgatar o veículo. O imprevisto barra
o avanço do comboio em direção aos
alvos e compromete os horários planejados. Servidores
novos e antigos se empenham e depois de várias
tentativas desobstruem o caminho.
O comboio chega ao segundo ponto
de concentração no trevo que dá acesso
ao garimpo e às fazendas Salomão e Santo
Antônio. Veículos são abordados e
obrigados a retornar. Ninguém pode passar pelas
equipes. Nesse ponto, inicia-se o ataque. As equipes de
Cuiabá e de Sinop investem sobre o garimpo da Clareira.
Equipes de Brasília, Cuiabá e Alta Floresta
avançam sobre as derrubadas nas fazendas.
Nas fazendas, é flagrante
o desmatamento ilegal. Várias pequenas esplanadas
são avistadas ao longo da estrada. Na Fazenda Salomão,
o GEF já havia chegado de helicóptero e
dominado a situação. A equipe comandada
pelo chefe da Fiscalização de Cuiabá
aborda outra fazenda limítrofe à Salomão
e constata a presença de cerca de 600 bois sobre
desmatamento recente e a construção de curral
com madeiras extraídas ilegalmente do parque. A
área foi embargada e autuada em cerca de R$ 1 milhão.
A confecção do curral foi interrompida e
as madeiras foram apreendidas.
Por outro lado, a equipe composta pelos coordenadores-gerais
de Fiscalização do Ibama e do ICMBio, com
o suporte do coordenador do Ibama da Arco de Fogo em Alta
Floresta, a quem chamaremos de “R”, do agente Piauí
e ainda do agente “faz tudo” Bin Laden, deteve o gerente
da Fazenda Salomão e passou a inspecionar os ilícitos
no local. Um trator amarelo foi encontrado numa abertura
ilegal de estrada. Estava quebrado. Em seguida, a equipe
penetrou em um carreador (estrada) e se deparou com outro
corte seletivo não detectado pela inteligência.
Maçarandubas centenárias estavam marcadas
pela técnica do anelamento, na qual a árvore
tem a sua casca circuncidada e passa a morrer em lenta
agonia até o abate final pela motosserra. O infrator
alegou que a técnica é empregada para diminuir
os ocos e deixar a madeira mais maciça.
A mesma equipe segue em direção
ao rio São João, onde flagra um caminhão
Mercedes carregado com mais de 3 mil vidros de palmito
em conserva. O caminhão estava quebrado. Bin Laden,
com seu faro de perdigueiro, descobre um carreador. “É
o carreador do palmito”, diz. “No final dele tem um acampamento”,
completa. Andamos cerca de 2 km no carreador em meio a
açaizeiros destruídos e chegamos a um acampamento
deserto. Havia um tonel de 200 litros de diesel. Bin Laden
estava certo. Ele retornou pelo carreador e trouxe a viatura
com o coordenador de Fiscalização do ICMBio.
Passamos a checar toda a área
em volta. O sol se aproxima do crepúsculo, quando
o chefe da Fiscalização do ICMBio deteve
na margem do rio um cidadão que viera verificar
a nossa movimentação. Ele fazia parte do
grupo de palmiteiros e apontou para um outro acampamento
na outra margem do rio São João. Atravessei
o rio com “R”, o palmiteiro e o chefe de Fiscalização
do ICMBio. Do lado de lá do rio, encontramos outro
palmiteiro que tomava banho. Este foi rendido e informou
haver outros oito acampados acima. O barranco era íngreme,
com varas na horizontal para auxiliar a subida.
Olhei fixamente para “R” e ele exclamou:
“Vamos encarar, não dá para esperar reforço,
os caras podem fugir!” Pensei: “O cara está louco!”
Mas não, “R” é um herói como demonstrou
a seguir. Partiu na frente pelo barranco. Rendeu e revistou
o 1º, dominou o 2º e adentrou na mata para perseguir
outros que fugiram. Havia quatro barracos: três
de alojamento e um que continha a estrutura para cozimento
e engarrafamento de palmito de açaí. Fiquei
no acampamento para controlar os detidos junto com o chefe
da fiscalização do ICMBio, que passou em
revista todo o acampamento. Uma espingarda calibre 20
com munição e várias facas foram
apreendidas.
Já de noite, pedi reforço
do GEF que nos substituiu, mas “R” ficou com eles. Passaram
a noite no meio da mata, acompanhados de piuns e carapanãs.
Detiveram o restante do grupo de palmiteiros e aprenderam
o trator que transportava o produto ilegal. A noite foi
longa no revezamento da custódia dos detidos. Os
agentes se revezavam dormindo em mesas de madeira.
Retornamos à Fazenda Salomão.
Encontrei os heróis que atacaram o garimpo. Um
grande número de infratores estava detido no local
para os procedimentos administrativos. Isso mesmo, altas
horas da noite, os agentes do Ibama/ICMBio agora faziam
as autuações e apreensões. Me chamou
a atenção o chefe da equipe do garimpo,
que vamos chamar de “F”. Trata-se de um agente ambiental
federal de Alta Floresta. Sério, competente e que
conjuga muito bem o binômio educação/rigor.
Durante todo o procedimento tomou decisões firmes
e serenas. Comandou a missão mais perigosa. Segundo
os levantamentos, 50 pessoas estavam no local do garimpo,
que era disperso. De repente, Bin Laden chega. Ele pilota
o trator que estava quebrado no desmatamento.
Já é quase meia noite.
Os guerreiros do meio ambiente se recolhem ao descanso.
Vejo vários colegas dormindo no chão do
alpendre da fazenda. Observo alguns dormindo nas carrocerias
abertas das viaturas. Outros em pequenas barracas sobre
pranchas de madeira. Ainda outros dormindo dentro dos
veículos.
O dia começa a clarear, são
5 horas da manhã. As equipes começam a se
movimentar. A equipe do garimpo retorna ao local para
a retirada dos motores. A nossa equipe permanece para
aguardar a possível visita do ministro do Meio
Ambiente. A equipe que pernoitou na mata com os palmiteiros
permanece no local em alerta com a missão de desmontar
a fábrica ilegal de palmito.
A nossa equipe aguarda até
a hora prevista para a chegada do ministro. Algo aconteceu
e a comitiva não chegou. A equipe então
é dividida para reforçar o garimpo e continuar
a bater os carreadores. A equipe com os coordenadores
de Fiscalização do Ibama e do ICMBio descobrem
um desmatamento ilegal para a abertura de estrada de 15
metros de largura por 15 quilômetros de extensão.
No final da estrada, a derrubada continua. A equipe percorre
a pé a mata ao tentar localizar o trator de esteira,
acompanhada pelo ataque de mosquitos, formigas de fogo
e carrapatos.
Não logrando êxito,
a equipe retorna para a Fazenda Salomão. No local,
começam a chegar as equipes do garimpo com oito
motores apreendidos. Os agentes estão exaustos.
Observo o agente “E” da coordenação-Geral
de Fiscalização do Ibama que presta apoio
à operação Arco de Fogo em Sinop.
Seu rosto está queimado e repleto de calombos de
picadas de mosquitos. O mesmo se dá com o Chefe
da Dicof do Ibama/MT e com todos os integrantes da equipe
do garimpo. As equipes do Ibama/ICMBio retiraram todos
os motores do garimpo da clareira em meio à água
contaminada de mercúrio, mosquitos e sob o sol
implacável da Amazônia. São verdadeiros
heróis que defenderam o Parque Juruena. O garimpo
da clareira pereceu diante da valentia dos agentes ambientais
federais.
A operação Ponta de
Lança chega ao fim na fazenda Salomão. A
nossa equipe se desloca para apoiar a retirada do acampamento
dos palmiteiros. Na beira do rio São João,
Bin Laden conserta o eixo quebrado do caminhão
carregado de palmito, faz ligação direta
e conduz o veículo para a Fazenda Salomão.
Equipes de Juína/MT chegam para apoio. O acampamento
é retirado. No local, vejo o chefe de operações
da Coordenação-Geral de Fiscalização
do Ibama reunido com os palmiteiros. Sua voz grave repreende
os infratores e adverte para que não voltem ao
Parque.
Já passa das 23 horas. As
últimas equipes partem de volta a Nova Bandeirantes.
A poeira deu lugar à chuva. Troncos caem na estrada
e são cortados pelas motosserras dos agentes ambientais.
O chefe da Fiscalização do ICMBio dirige
a viatura da nossa equipe. Todos estamos exaustos. Em
certo momento, vejo a viatura deslizar à esquerda,
dei alarme e o chefe do ICMBio corrigiu à tempo.
Chegamos em Nova Bandeirantes às 3 horas da manhã.
A última equipe deixa a Fazenda
Salomão. Bin Laden dirige um caminhão velho
apreendido com a carga de palmito e consertado por ele
no mato. Na carroceria, os palmiteiros. É escoltado
pelo agente Piauí. O caminhão desliza perigosamente
na estrada castigada pela chuva. Na estrada, Bin Laden
enxerga uma caixa de papelão e pára. Dentro
dela encontra um filhote de arara ainda emplumando. O
traficante fugiu. As mãos sujas de graxa de Bin
Laden envolvem a pequena arara que passou a ser a sua
companheira no calor da boléia do caminhão.
Enfim, todos chegamos de volta a
Nova Bandeirantes. Os três hotéis da cidade
estão completamente lotados com os agentes ambientais
federais. No meu hotel, vejo agentes dormindo em colchões
no refeitório, inclusive debaixo da mesa. Vejo
um agente dormindo num colchão no chão no
corredor dos quartos. Vejo ao meu lado três agentes
que dormem em colchões no chão na recepção
do hotel. Bin Laden chegou de manhã. Piauí
apenas tomou um banho e retornou conosco dirigindo a Alta
Floresta. O resto da equipe já despertou e está
no briefing da segunda parte da operação.
A Operação Ponta de Lança continua...
em defesa do Parque Nacional Juruena, em defesa do patrimônio
ambiental da sociedade brasileira.
Do Ibama
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MMA divulga lista
de espécie da flora ameaças de extinção |
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Ministério do Meio Ambiente
divulga Lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira
Ameaçadas de Extinção, número
de espécie subiu de 108, em 1992, para 472 espécies.
Segundo o ministro Carlos Minc, a Mata Atlântica
é a mais prejudicada, “Sem dúvida que a
Mata Atlântica é o mais ameaçado,
mas também há outros biomas seguindo na
mesma direção: o Cerrado é um bioma
que também está muito ameaçado, o
que está levando o Ministério do Meio Ambiente
a lançar um plano de defesa do Cerrado. As pessoas
falam muito da Amazônia, mas o Cerrado está
muito ameaçado e também a Caatinga, que
está sendo destruída em um ritmo ainda mais
agressivo do que a Amazônia”, disse Minc.
Saiba
mais
Veja a lista
completa.
Reprodução/Pick-upau |
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Mata Atlântica
é o bioma mais ameaçado. |
Da Agência
Brasil
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Grito do amor de uapiti
faz mulher chamar xerife nos EUA |
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Quando estão na época
do acasalamento, os uapitis (Cervus canadensis) costumam
dar altos “berros” para chamara a atenção
das fêmeas e afugentar outros machos. Mas dessa
vez a ‘cantada’ do bicho virou caso de polícia.
Uma moradora de Payson, Arizona, Estados Unidos, pensou
que se tratava de uma briga e chamou a polícia.
Não é primeira vez
que moradores da região confundem os chamados dos
uapitis com gritos humanos, dizem as autoridades, segundo
a Associated Press. A temporada de acasalamento vai até
o começo de outubro.
Reprodução
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Uapiti (Cervus
canadensis) |
Da Folha Online
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Os
100 dias de Minc, segundo Minc |
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Caros amigos, companheiras, ambientalistas
Eu não pedi para ser ministro,
não queria e ainda coloquei condições
para aceitar. Conhecia o tamanho do desafio, o que a ministra
Marina Silva havia penado (sempre com o meu apoio, nas
horas mais difíceis). Aqui vai um balanço
e uma resposta às questões que foram deformadas
por uma parte da mídia. É uma prestação
de contas, sobretudo para aqueles que conhecem minha história
e sabem que não permitirei que o Pantanal se transforme
num canavial, que não pedirei adiamento das normas
para redução do teor de enxofre no diesel,
que não aceitarei que a floresta nativa da Amazônia
se converta em plantação de exóticas.
Neste período o presidente Lula assinou 10 decretos
que preparamos, como o Fundo Amazônia, o decreto
que regulamenta e reprime crimes ambientais, o Fundo Clima,
3 grandes unidades de conservação na Amazônia,
o preço mínimo para os produtos extrativistas;
assinei outras 3 portarias: a que agiliza o acesso de
cientistas à biodiversidade, com co-responsabilidade,
a que abre a Câmara de Compensação
Ambiental (com direito a voto) às ONGs, universidades,
Anama, Abema e empresários, e atos que incentivam
a criação de RPPNs; assinamos 5 acordos
públicos com setores produtivos e ONGs, como a
Moratória da Soja e o Pacto pela madeira Legal
e Sustentável; mas a crítica a mim dirigida
não se baseia nestes 18 atos reais e publicados,
mas sim em extratos de declarações na mídia,
especulações, TODOS desmentidos, que não
se sustentam em fatos.
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Brasília
- O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, comenta
os dados do desmatamento na Amazônia em junho,
que foi 20% menor do que a registrada em maio, segundo
dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
(Inpe) Foto: José Cruz/Abr |
Nestes 100 dias estivemos em ações
diretas na Amazônia, combatendo o desmatamento e
as queimadas, em ações no Nordeste, defendendo
o bioma Caatinga e destruindo 300 fornos ilegais de carvão
(em Pernambuco), em reuniões com os 9 governadores
da Amazônia (em Belém) onde conseguimos reverter
a pressão e manter a resolução do
Banco Central que corta o crédito aos proprietários
que estejam na ilegalidade fundiária ou ambiental.
Apreendemos e leiloamos gado ilegal em unidades de conservação
na Amazônia. Obtivemos reduções substanciais
nas taxas de desmatamento em 3 meses, com um resultado
expressivo em julho, de queda de 60%. Estes números
são instáveis e precários, apesar
do imenso esforço, pois a pressão é
enorme, agravado pelas eleições; o ritmo
das ações do Arco Verde e de criação
de empregos sustentáveis (que depende de 8 ministérios)
é muito lenta; o Ibama fecha uma serraria ilegal
em uma hora, mas o governo não cria 50 empregos
sustentáveis neste tempo, e o desempregado vai
desmatar 5 km adiante.
Relacionamos abaixo medidas executadas, suposições
infundadas e os imensos desafios.
1) PANTANAL
O IBAMA rastreou e multou em mais
de R$ 400 milhões dezenas de carvoarias que estavam
transformando áreas do Pantanal e do Cerrado em
carvão para fornecimento de 60 siderúrgicas
de Minas Gerais e do Espírito Santo. Carvoarias
e siderúrgicas deverão replantar 11 mil
ha devastados.
Na discussão preliminar do
Zoneamento Agro-Ecológico da Cana-de-Açúcar
defendemos que no bioma Amazônia e no bioma Pantanal
não haja novas usinas de cana-de-açúcar.
O Ministério da Agricultura defendeu que no planalto
do Mato Grosso, fora do Pantanal, em áreas consolidadas,
poderia haver expansão da cana. Explicamos ao governo
que leis estaduais e resoluções do CONAMA
(de 1985) interditam usinas de cana em toda a bacia hidrográfica
do Pantanal, incluindo o Planalto Pantaneiro, pelo risco
do vinhoto e dos agrotóxicos contaminarem a planície
pantaneira. Obtivemos apoio de vários ministérios,
mas devemos continuar atentos.
2) DECRETO DE CRIMES AMBIENTAIS E
RESERVA LEGAL
Mais de 90% das multas ambientais
não são pagas e os criminosos ambientais
enriquecem com o produto de atos ilícitos. Preparamos
e o presidente Lula assinou decreto de 162 artigos, que
diminui as manobras de recursos, dá poderes ao
Ibama de apreender e dar destino (doar, leiloar) produtos
de crimes ambientais, como grãos, toras de madeira,
gado. Leiloamos dezenas de lotes de soja, toras e o famoso
boi pirata. Esta medida gerou forte reação
da CNA, bancada ruralista, Fórum de secretários
estaduais de agricultura. Depusemos por 4 horas na Comissão
de Agricultura da Câmara Federal com transmissão
pela TV. Os deputados alegaram que eram exíguos
os prazos para averbar as reservas legais e recuperar
APPs (Áreas de preservação permanentes)
e que nas regiões Sul e Sudeste as áreas
produtivas ocupavam mais de 90% das propriedades, e que
a demarcação diminuiria a produção.
Afirmaram que produções de maçã,
uva, café ocupam há 30 anos encostas de
mais de 45% , o que é considerado APP. Note-se
que há 40 anos quase ninguém cumpre a demarcação
de APPs e de Reserva Legal, e não são incomodados.
Ao darmos prazo definido e multas, a grita foi geral.
Abrimos diálogo, em curso, envolvendo ONGs, 4 ministérios
e a Frente Parlamentar Ambientalista, que poderá
definir prazos, com compromissos e cronogramas de cumprimento,
e formas de restaurar a reserva legal fora das propriedades,
nas bacias e no bioma, definidas por órgãos
ambientais, que cumpram a função pretendida.
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Brasília
- O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, fala
durante assinatura da licença ambiental de
instalação da Usina Hidrelétrica
de Santo Antônio, no Rio Madeira Foto: José
Cruz/Abr |
3) DESMATAMENTO ZERO, ZEE
, PREÇOS MÍNIMOS PARA PRODUTOS EXTRATIVISTAS
, MANEJO FLORESTAL e PLANTAS EXÓTICAS
Lutamos pela meta de desmatamento
zero. Vamos concluir até final de 2009 todo o zoneamento
ecológico econômico (ZEE) dos 9 estados da
Amazônia – com apoio técnico e recursos do
MMA. Ampliamos o combate ao desmatamento com a Polícia
Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal
(PRF) e com os estados, usando os dados dos satélites
do INPE e dos satélites japoneses. Com a estiagem
prolongada e com conivência de autoridades as queimadas
continuam e os esforços deverão ser duplicados.
Obtivemos uma MP que garante preços mínimos
para 10 produtos extrativistas, como a castanha, a seringa,
o babaçu. Isto para que os trabalhadores extrativistas
possam obter crédito, ter carteira assinada, 13º
e escapar da miséria em que se encontram e que
os sujeitam a vender madeira ilegal e permitir a entrada
ilegal de gado nas RESEX. Estimularemos o beneficiamento
das cadeias produtivas, agregando valor a este setor.
Depois de um ano de espera começamos
a licitar áreas para o manejo florestal, ampliando
a oferta de madeira legal, melhor forma de combater a
madeira ilegal – base para o pacto da Madeira Legal de
manejo, que assinamos no Pará em julho.
EXÓTICAS - Nas áreas
completamente degradas (leste do Pará, p.ex) ,
depois de concluído o ZEE, deverá ser reconstituída
a Reserva Legal das propriedades com plantas nativas do
Bioma; a área produtiva (fora da reserva legal)
poderá ser utilizada com plantação
de palmáceas garantido renda, capturando carbono,
desde que esteja previsto no ZEE.
4) FUNDO AMAZÔNIA
Criado por decreto do presidente
Lula em 1 de agosto, é um fundo privado, abrigado
no BNDES, controlado por um conselho formado por 3 componentes:
5 ministérios (gov. federal) , 9 governos da Amazônia
e a sociedade civil ( universidade, sindicato, empresários,
3º setor) , onde os países doadores não
tem assento. Os recursos financiarão atividades
sustentáveis, reflorestamento, extrativismo, pagamento
por serviços ambientais, para manter a floresta
em pé e defender o bioma Amazônia. Garantimos
a presidência por 3 anos para o MMA e participação
relevante da sociedade civil, pois as decisões
deverão ter o apoio dos 3 segmentos.
5) LICENCIAMENTO AMBIENTAL , CONCURSO
, FISCALIZAÇÃO, PESCA
Com o Ibama agilizamos o licenciamento
ambiental, aumentando o rigor e as compensações,
como fizemos no Rio de Janeiro, na Secretaria Estadual
do Ambiente. Reduzindo burocracias, encurtando prazos,
informatizando processos reduzimos o tempo de tramitação,
com critérios mais rigorosos, descartando empreendimentos
inviáveis e obrigando os proponentes a investir
no saneamento local, no custeio de parques nacionais e
de reservas indígenas. No caso de Angra 3, encontramos
o licenciamento 90% pronto. Somos contrários, como
a ministra Marina, que perdeu a votação
no Conselho Nacional de Política Energética,
e deu continuidade, aceitando o Eia-Rima, realizando as
audiências e preparando o relatório, ao longo
de um ano. Acrescentamos exigências, como o monitoramento
independente, a prévia definição
do depósito do lixo atômico, adoção
dos Parques da Bocaina e da Reserva Tamoios, e R$ 50 milhões
em saneamento de Angra e Parati, declarando o apoio às
energias renováveis, alternativas e à redução
do desperdício, metas do 1º Plano Nacional
de Mudanças Climáticas, avançando
em relação à posição
anterior, mais conservadora.
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Brasília
- O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, fala
sobre a venda dos “bois piratas" e a destruição
de 80 carvoarias no Nordeste Foto: Valter Campanato/Abr |
O licenciamento da hidroelétrica
de Santo Antônio estava avançada; na gestão
da ministra Marina se concedeu a LP (Licença Provisória)
depois de 2 anos e da famosa luta pela defesa dos bagres
e da ictiofauna, reduzindo em 70% a área inundada;
a LI foi concedida pelo Ibama com rigor e compensações
que incluíram o saneamento de Porto Velho, o custeio
de 2 parques e de 2 reservas indígenas. Um documento
técnico intermediário do Ibama referia à
necessidade de apresentação de 2 documentos,
que foram incluídos no dia seguinte ao processo.
Reabrimos um processo de corrupção
no licenciamento e fiscalização no Rio de
Janeiro, que havia sido bloqueado por postura corporativa
de um grupo. Garantimos um concurso para 400 analistas
ambientais (Ibama e Instituto Chico Mendes) para novembro/2008,
com prioridade para a fiscalização e o licenciamento.
No processo de criação
do Ministério da Pesca, que agora será por
lei, e não por MP, realizamos 3 rodadas de discussões
com o Ministro Gregolin e a Ministra Dilma Roussef para
garantir que o MMA e o Ibama mantivessem o poder da fiscalização
integral. Os ambientalistas devem estar atentos para impedir
que emendas retirem esta competência necessária
para evitar que espécies sobre-pescadas colapsem.
6) UNIDADES DE CONSERVAÇÃO,
MANEJO E ECO-TURISMO
O Instituto Chico Mendes administra
299 UCs, com 78 milhões de ha. Encontramos 68 destas
sem um gestor, 121 sem um fiscal, 54 das 56 RESEX sem
planos de manejo, nenhuma das FLONAS (florestas nacionais)
fornecendo madeira legal de manejo, apenas 26 Parques
Nacionais (de 65) recebendo visitantes , sendo que 90%
dos 3,5 milhões de visitantes concentrados em 2
parques: Iguaçu e Tijuca. Os parques nos EUA recebem
192 milhões de turistas e são mais bem cuidados.
Dos R$ 550 milhões disponíveis para compensação
ambiental, foram aplicados em 5 anos apenas R$ 52 milhões.
Garantimos administradores para estas 68 UCs, estamos
formando até novembro 180 fiscais , para que nenhuma
UC fique sem fiscal, decidimos, com 60 lideranças
dos trabalhadores extrativistas, realizar ou licitar planos
de manejo para todas as RESEX até março
2009. Através do Serviço Florestal Brasileiro
(do MMA) e do ICM Bio vamos dobrar a meta de 2009 para
oferta de manejo florestal, incluindo manejo comunitário
para assentamentos do Incra e RESEX. No dia 13 de setembro
o presidente Lula lançará o plano de Turismo
nos Parques, do MMA em conjunto com o min do Turismo;
este define parques prioritários e recursos para
sedes, centros de visitante, de pesquisador, trilhas sinalizadas,
acesso.
7) MATA ATLÂNTICA, ARTIGO 23
, GUARDAS PARQUE , FUNDO CLIMA
O decreto do Guarda Parque viabiliza
convênios com governos estaduais que receberão
equipamentos para bombeiros e batalhões florestais;
estes apoiarão a defesa das UCs federais e ações
preventivas e de fiscalização do Ibama.
O decreto que regulamenta a lei da Mata Atlântica
estava atrasado em um ano; realizamos audiências,
aperfeiçoamos artigos e ele será publicado
em setembro. Aplicamos R$ 120 milhões em multas
aos usineiros de Pernambuco, que arrasaram a Mata Atlântica,
deixando apenas 2,7% da cobertura original. Ajuizamos
ações e o TAC deverá ser assinado
com o MP Federal até novembro.
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Brasília
- O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, fala
sobre a venda dos “bois piratas" e a destruição
de 80 carvoarias no Nordeste Foto: Valter Campanato/Abr |
O artigo 23 da Constituição
define as competências de estados, municípios
e União no licenciamento; depois de 3 anos bloqueado,
estabelecemos um diálogo, inclusive em reunião
da Abema com 23 secretários estaduais de meio ambiente
(fomos informados que foi a primeira vez que um ministro
participa deste fórum); o PL deverá ir a
voto em novembro. O presidente Lula enviou ao Congresso
o PL que cria o Fundo de Mudanças Climáticas,
que deverá receber recursos de até R$ 600
milhões da participação especial
do petróleo, para aplicações em redução
de emissões, tecnologia limpa, prevenção
e mitigação.
8) COMBATE AO DESMATAMENTO, REGULARIZAÇÃO
FUNDIÁRIA
O Ibama, com apoio do MMA, do ICM
Bio , da PF e da PRF tem se desdobrado para combater o
desmatamento, sobretudo na Amazônia. Alguns estados
tem colaborado, outros pouco. As operações
do Ibama dobraram em junho e em julho, passando de uma
média diária de 20 para 40 operações.
Esta foi uma das razões da queda do desmatamento
em julho. Houve uma desarticulação da Operação
Arco Verde, de iniciativas sustentáveis, com outros
ministérios, que será retomada. Faltam recursos,
pessoal, viaturas. As pressões para derrubar a
resolução do Banco Central que veda o crédito
aos empreendimentos ilegais continuam, e a atenção
deve ser redobrada. Existem também pressões
de prefeitos e de governadores para o afrouxamento da
operação Arco de Fogo no período
eleitoral. Está havendo obstrução,
e se verifica o incremento de queimadas. Apoiamos um novo
modelo, com manejo florestal, extrativismo, preços
mínimos, eco-negócios, recuperação
de áreas degradadas, tecnologia limpa, pesquisa
aplicada à floresta, acordos e rastreamento das
cadeias produtivas (soja, madeira, carne, minério)
e Fundo Amazônia. Isto exige um esforço de
ministérios, governos estaduais e municipais e
de toda a sociedade. O ritmo é insuficiente.
Priorizamos a regularização
fundiária, a conclusão do ZEE e o cadastramento;
estamos trabalhando com o Incra, Institutos de Terra e
secretarias estaduais de meio ambiente para concluir o
trabalho até 2012. Esclareço que o PL que
ampliou a legalização de terras públicas
de 500 ha para 1500 ha foi preparado pelo MDA (Ministério
de Desenvolvimento Agrário) antes da nossa chegada
ao governo. Não participamos do processo de votação
no Congresso, e posteriormente exigimos que antes da titulação
haja a demarcação da reserva legal.
9) ENXOFRE, DIESEL E AR
Apesar das pressões não
adiaremos a Resolução do Conama, de 2002,
que estabelece padrão de emissão mais rigoroso
em 2009. Propusemos adiantar a etapa seguinte, que estabelece
o máximo de 10 partes de enxofre por milhão
no diesel. Apresentaremos até o final do ano um
Programa Nacional de Qualidade do Ar, incluindo vistoria
veicular obrigatória (como aprovamos no Rio de
Janeiro) e padrões de emissão atmosférica
mais rigorosos para a indústria.
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Brasília
- O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, fala
sobre a venda dos " bois piratas" e a
destruição de 80 carvoarias no Nordeste
Foto: Valter Campanato/ABr
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10) REFORÇAR O DIÁLOGO
Pouco tempo, muitos desafios, problemas
crônicos, profundos, enfrentamentos dentro do governo,
no parlamento, na sociedade; a eco-ansiedade de enfrentar
tudo ao mesmo tempo prejudicou o diálogo constante
e necessário com o setor ambientalista. Estive
8 vezes no parlamento, 3 com a Frente Ambientalista. Recebemos
em 12 encontros ONGs e lideranças da Amazônia,
Mata Atlântica, Cerrado, extrativistas, cooperativas.
Há que construir planos conjuntos, com prioridades,
metas, alianças, no governo e na sociedade.
Saudações eco-libertárias
do Carlos Minc
Texto recebido pelo Pick-upau via
e-mail do Ministério do Meio Ambiente e publicado
em vários veículos de comunicação.
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Aranha macho amarra
fêmea para namorar |
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Sexo animal! Exposição
"The Sex Lives of Animals" ("A Vida Sexual
dos Animais") estréia no Museu do Sexo de
Nova York traz curiosidades sobre comportamento da bicharada.
Enquanto isso, a publicação
especializada "NewScientist" mostra um panorama
da diversidade sexual encontrada na natureza, com atos,
talvez, não muito convencionais, como promiscuidade,
necrofilia e bondage.
Certas espécies européias
têm como costume amarrar seus parceiros, como forma
de sobrevivência e não prazer, diz a revista.
Como os machos quase sempre são menores que as
fêmeas, alguns deles desenvolvem técnicas
para dominar suas parceiras. Veja o artigo completo no
site da revista.
Reprodução
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Entre as aranhas
da espécie Homalonychus theologus, os machos
amarram as fêmeas com as pernas unidas na
hora de namorar. |
Da Folha Online
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A artista plástica japonesa
Nagi Noda resolveu fazer moda com os bichos. Transformou
perucas e apliques, para um ensaio fotográfico
de esculturas de cabelo, em ‘animais’. Batizada de 'Hair
Hats', a série apresenta quinze penteados. Alguns
penteados demoraram até um dia para ficarem prontos.
Do G1
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Cientistas descobrem
paraíso de gorilas |
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Primatólogos descobriram no
Congo, um refúgio com mais de 125 mil indivíduos.
Localizado na floresta equatorial africana, na República
do Congo, a região abriga gorilas-da-planície-ocidentais,
uma das mais ameaçadas do mundo.
"É uma descoberta muito
significativa, se levarmos em conta o terrível
declínio populacional dessas criaturas magníficas
causado pelo vírus Ebola e pela busca por carne
de caça", diz Emma Stokes, membro da equipe
de pesquisa. Segundo a Sociedade para a Conservação
da Vida Selvagem (WCS, na sigla inglesa), a população
pode dobrar.
O aumento na ‘contagem’ dos primatas
vem de duas áreas recentemente descobertas no norte
do Congo. Estimativas feitas em 1980 apresentavam uma
população inferior a 100 mil indivíduos,
acreditava-se que esse número havia sido reduzido
em 50%, por conta da caça e de epidemias. Os pesquisadores
estimam que 175 mil e 225 mil gorilas vivam na região
hoje, mas alertam: "Não podemos nos tornar
complacentes. O Ebola é capaz de matar milhares
deles num período muito curto", afirma.
Reprodução |
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Mamãe e
filhote vivem em tranqüilidade no santuário
de gorilas da República do Congo |
Da Associated Press
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Homem captura lagarto
gigante de 1,8 metro no jardim de casa |
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Um morador do Estado de Oregon (EUA)
brincava com seus filhos no jardim quando foi surpreendido
por um lagarto com quase dois metros de comprimento. Ryan
Nelson pensou que tratava-se de um crocodilo quando viu
o lagarto-do-nilo pela primeira vez no meio das roseiras.
O lagarto foi capturado e levado
para uma pet shop.
Da Associated Press/Folha de São
Paulo
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Parente de girafa
é visto depois de 50 anos |
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Um animal ameaçado de extinção
e que não era visto na natureza havia 50 anos,
o ocapi, foi fotografado no Parque Nacional Virunga, na
República Democrática do Congo. A imagem
é uma prova que espécie sobreviveu à
guerra civil do país.
A espécie descoberta há
cem anos, não era vista desde 1958, diz Emmanuel
de Merode, chefe do parque Virunga. Uma mistura de zebra
com girafa, o ocapi tem o pescoço curto e listras
nas pernas e no lombo que servem como uma impressão
digital de cada espécie.
Agora os pesquisadores querem estimar
a população dos ocapis que vive no Virunga.
Sociedade Zoológica
de Londres/Divulgação |
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Ocapi no parque
nacional Virunga, na República do Congo;
animal não era visto por cientistas na natureza
havia 50 anos |
Da Folha de S.Paulo/Agências
internacionais
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Tubarão faz
"degustação" e descarta surfista no
Havaí |
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Um tubarão-tigre parece não
ter gostado do cardápio que provou no Havaí.
Um surfista colocou os dedos dentro da boca do animal
porque ele havia sido atacado e parece não ter
gostado da perna do homem.
Todd Murashige, 40, revelou aos repórteres
os detalhes no acidente no The Queen's Medical Center,
dois dias após ter sofrido o ataque em Oahu (Havaí).
"Foi muito
surreal. Só vi a cabeça de um tubarão
ali", disse o surfista. "Coloquei meus dedos
dentro da boca dele para tentar me desvencilhar, mas não
senti nenhum dente. Pensei que estava pegando na gengiva
ou no 'lábio'."
Da Folha Online
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Gibão mais
velho do mundo morre na Nova Zelândia |
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Nippy, gibão do zôo
de Wellington, na Nova Zelândia, era o mais velho
do mundo vivendo em cativeiro e morreu após a piora
em seu estado de saúde.
"Nippy, o morador mais antigo
do zôo de Wellington, sofreu eutanásia hoje,
devido à rápida deterioração
de sua saúde. Veterinários que o alimentavam
e o monitoravam diariamente relataram que ele definhou
muito nos últimos três dias --perdeu o apetite
e passava a maior parte do tempo em sua cama", declarou
aos jornais Mauritz Basson, gerente-geral de operações
do zôo.
A decisão da eutanásia,
segundo Basson, foi tomada "em interesse do animal".
"Sua mente permanecia ágil, mas seu corpo
parecia simplesmente ter 'desistido'", completou
o gerente.
Nippy tinha 60 anos e há
59 vivia no zoológico de Wellington, ele chegou
ao local em 1949.
Divulgação |
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Nippy, gibão
do zôo de Wellington, na Nova Zelândia,
morreu após veterinários constatarem
uma piora em seu estado de saúde. |
Da Folha de São Paulo
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Parque Estadual Carlos
Botelho realiza mais um Projeto de Apoio aos Romeiros |
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No dia 6 de agosto de 2008 foi encerrado
mais um Projeto de Apoio aos Romeiros, desenvolvido pelo
Parque Estadual "Carlos Botelho" (PECB), em
parceria com o Departamento de Turismo da Prefeitura
de São Miguel Arcanjo. Este tem como principal
finalidade o fornecimento de apoio e orientação
às pessoas que se deslocam da região do
planalto até o Vale do Ribeira, para participar
da Festa do Bom Jesus de Iguape.
Este apoio é prestado no trecho
em terra da Rodovia SP-139, que atravessa o Parque Estadual
“Carlos Botelho”, numa extensão de 35 km, interligando
a Sede, no município de São Miguel Arcanjo,
ao Núcleo Sete Barras.
Esta organização visando
o apoio aos romeiros, tem como objetivo final a conscientização
das pessoas e a preservação de um dos mais
importantes remanescentes de Mata Atlântica do Estado
de São Paulo.
O projeto ocorre inicialmente com
o agendamento dos grupos que pretendem utilizar as estruturas
do Núcleo Sete Barras e, posteriormente, com o
apoio específico aos romeiros, a partir do começo
de julho até a primeira semana de agosto.
Apesar de ser uma atividade muito
antiga, os romeiros não perdem a fé e a
tradição, o que muitas vezes passa de pai
para filho. Constitue-se, portanto, numa manifestação
folclórica e religiosa de grande valor.
Com o passar do tempo, novas adaptações
trouxeram conforto para alguns, como carros, cozinheiros,
enfim, uma equipe de apoio. Enquanto outros continuam
de forma idêntica as primeiras romarias, ou seja,
com a mochila nas costas ou com bicicletas antigas que
tornam o percurso mais pesado, mas não desgastante
o suficiente para tirar-lhes o sorriso do rosto e a fé
do coração.
Há romeiros que percorrem
mais de 400 km para chegar ao destino final, e muitos
fazem esta caminhada há mais de 40 anos.
Como já visto no ano passado,
a maioria dos grupos que agendou para utilizar a infra-estrutura
do Núcleo Sete Barras são da cidade de São
Miguel Arcanjo, talvez por ter mais informações
e contato com o Parque.
Um dos motivos da dificuldade em
se cadastrar todos os grupos é devido ao horário
que os mesmos costumam sair do Bairro Abaitinga, no município
de São Miguel Arcanjo, em direção
ao Núcleo Sete Barras, que geralmente é
de madrugada, ou seja, antes das 5 horas da manhã.
Os esforços da equipe do Parque
(Sede e Núcleo) estarão direcionados a solucionar
estas questões, com mais capacitações
e trabalho intensificado entre os funcionários,
a equipe de monitoria da ONG Associação
Ambiental de Apoio ao Parque (AAAP) e os componentes das
firmas de vigilância que prestam serviço
no Parque. Foram cadastrados 45 grupos, totalizando 522
romeiros, entre eles caminhantes, cavaleiros, ciclistas
e mochileiros, vindos de 10 diferentes municípios.
Estes números são referentes
à utilização da estrada e do Núcleo
Sete Barras para pernoite, para o almoço e relativos
ao período diurno.
O atendimento foi muito elogiado
apesar do número restrito de funcionários
para a grande demanda de tarefas.
Os trabalhos foram bem organizados
e com grande eficiência por parte de todos, possibilitando
grande avanço para o meio ambiente, pois as pessoas
estão se tornando mais conscientes, com atitudes
ambientais mais adequadas.
A quantidade de lixo jogado na Rodovia SP-139 foi menor
em relação ao ano de 2007. Este fato foi
constatado pelas equipes de apoio que percorriam a Rod.
SP-139.
Outra questão solucionada,
visando um maior conforto dos cavaleiros, foi o trabalho
conjunto com o Pesqueiro Búfalo Bill, situado à
5 Km do Núcleo Sete Barras, que ajudou a absorver
a demanda mais intensa de grupos com muitos participantes.
No dia 3 de agosto, domingo, aconteceu
em paralelo ao Projeto Romeiros, uma pedalada do Clube
Amigos da Bike (CAB), da cidade de São Paulo, onde
45 ciclistas saíram de São Miguel Arcanjo
rumo ao Núcleo Sete Barras, fato este que deu uma
movimentação bastante intensa ao Parque
por ocorrer em conjunto com os demais grupos de romeiros.
Durante a última semana do
Projeto foram feitas 2 reportagens sobre o Parque: uma
com enfoque na preservação da flora e da
fauna, com a emissora de TV “Canção Nova”,
para o Programa Preservação Ambiental. Esta
matéria foi realizada em parceria com a ONG Instituto
Ecológico de Proteção aos Animais
(IEPA) e a Polícia Ambiental de São José
dos Campos e de Itapetininga. O outro tema com enfoque
nos romeiros e no Projeto Rio Preto, sobre palmito juçara,
foi efetuado pelo Jornal Cruzeiro do Sul, da cidade de
Sorocaba. Dessa forma, o Projeto foi finalizado com sucesso
e com o estabelecimento de metas de melhorias para os
próximos anos.
José Luiz Camargo Maia
Diretor do PE Carlos Botelho
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Um gorila do zoológico de
Paignton, em Devon, no sul da Inglaterra foi ao dentista
para a retirada de um dente canino quebrado. Pertinax,
de 179 quilos, foi atendido pelo especialista Peter Ketesz,
que já trabalhou em várias partes do mundo
com diversos animais, entre pandas, elefantes e baleias.
"Animais ou pessoas - é
tudo a mesma coisa. Se eles precisam de tratamento, terão
tratamento. A escala é que varia, e a locação.
É preciso de muito trabalho em equipe", conta
Ketesz.
"As pessoas perguntam se é
divertido, mas trata-se de um negócio muito sério.
A saúde e, em alguns casos, a vida de uma criatura
rara está em suas mãos", afirma.
Segundo o zoológico,
Pertinax já se recuperou da operação
e passa bem.
Cortesia Paignton
Zôo/Reprodução |
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Gorila Pertinax,
que teve um dente canino quebrado, foi atendido
por um dentista no zoológico de Paignton,
em Devon, Inglaterra |
Da BBC/Folha de São Paulo
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Jacarés são
usados por traficantes no Rio |
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Policiais encontraram dois jacarés
no quintal de uma casa na favela da Coréia, zona
oeste do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil,
os animais eram usados por traficantes para assustar e
ameaçar moradores. Disseram ainda, que os répteis
eram alimentados com rivais mortos pelos traficantes.
"Nós já tinha
informações há algum tempo de que
eles [traficantes] tinham por hábito criar jacarés
para aterrorizar a população, mostrar poder.
Mas nunca tínhamos conseguido encontrar nenhum",
disse o delegado Ronaldo de Oliveira, da DRFA (Delegacia
de Roubos e Furtos de Automóveis). "Eles estavam
mordendo muito, estão muito nervosos", completou.
Divulgação
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Um dos jacarés
encontrados no quintal de uma casa na favela da
Coréia durante operação da
polícia; residência pertence a traficante
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Da Folha de São Paulo
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Correios lançam
selos sobre fauna amazônica |
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Os Correios colocaram a disposição
do público três selos sobre animais amazônicos
ameaçados de extinção. O objetivo
é divulgar as espécies da fauna nacional
e sua importância dentro do ecoturismo. A cerimônia
de lançamento foi na Casa da Ciência do Instituto
Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Os selos
trazem imagens do peixe-boi da Amazônia, da ariranha
e da lontra.
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Pick-upau e SBT gravam
matéria sobre o Projeto Trilhas de São Paulo |
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Entrada da Trilha
da Vida, no Parque Ecológico do Guarapiranga. |
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Cinegrafista do
SBT acompanha integrante do Pick-upau em trilha. |
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Marco Lucena,
diretor do Parque Ecológico do Guarapiranga
é entrevistado pela repórter Alessandra
Zamari, do SBT Brasil. |
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Trilha concluída,
passaporte carimbado! |
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Papéis
invertidos: Marco Lucena brinca de repórte
durante gravação de matéria. |
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Alessandra Zamari,
do SBT explora os sentidos na Trilha da Vida. |
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Monitores do Parque
Ecológico do Guarapiranga, equipe de reportagem
do SBT Brasil e integrantes do Pick-upau finalizam
matéria sobre o projeto "Trilhas de
São Paulo". |
Da Redação
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