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Ursos do Sol de Bornéu
são apresentados nos EUA |
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Pagi e Palu, os filhotes gêmeos
de ursos do Sol de Bornéu foram apresentados pela
primeira vez ao público do jardim zoológico
de San Diego, nos Estados Unidos.
Nascidos em outubro do ano passado,
os ursos estavam recebendo tratamento especial para ficarem
fortes e saudáveis. Esta espécie é
também conhecida como ‘ursos macacos’, por terem
costume de ficar em árvores.
Divulgação/Zoo
de San Diego |
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Zoo de Sapporo apresenta
ursos gêmeos |
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Nascidos em 9 de dezembro do ano
passado, os ursos gêmeos agora são apresentados
ao público, ao lado de sua mãe Rara, no
jardim zoológico de Sapporo, no Japão.
Divulgação/Zoo
de Sapporo |
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Bebê gorila
abandonado é batizado |
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O bebê gorila que havia sido
rejeitado por sua mãe, no zoológico de San
Francisco, nos Estados Unidos, acaba de ser batizado:
Hasani, que no dialeto africano suaíli, significa
belo.
Abandonado por sua mãe, Monifa,
o bebê tem sido criado pelo pai, o gorila Jonesy,
e pela tratadora Rachel Simpson.
Divulgação/Zoo
de San Francisco |
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Bebê rinoceronte
se recupera em San Diego |
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Ramir, um filhote de rinoceronte
indiano, que nasceu em 23 de dezembro no zoo de San Diego,
quase morreu depois que sua mãe não lhe
deu tratamento correto após dar à luz.
O ‘pequeno’ rinoceronte teve hipotermia
e os tratadores resolveram fazer uma transfusão
de plasma e aplicar antibióticos. Os veterinários
passaram então a cuidar do bebê que nasceu
com 68 quilos e agora pesa 158 quilos.
A espécie encontrada no Nepal
e na Índia está e processo de extinção.
Estima-se que 2,5 mil deles vivam em cativeiro
Divulgação/Zoo
de San Diego |
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Crise mundial chega
ao zoo da Romênia |
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O zoológico da Romênia
já sofre os primeiros efeitos da crise financeira
mundial. A ursa Cocolina é um dos animais que sobraram
no parque. Segundo a organização Vier Pfoten,
que enviou três leões para um santuário
na África do Sul, o zoo não tem mais condições
de manter os animais.
Divulgação/Zoo
da Romênia |
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O curioso canguru-de-árvore
(Matschie’s Tree Kangaroo), o único da espécie
a habitar o zoo de Cingapura é uma grande atração
no parque. Originário de Papua-Nova Guiné
a espécie também está ameaçada
de extinção.
Divulgação/Zoo
de Cingapura |
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Ibama e Polícia
Federal apreendem objetos com borboletas mortas |
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O Ibama, Instituto Brasileiro do
Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis,
e a Polícia Federal, realizaram uma blitz no centro
da cidade de São Paulo e apreenderam cerca de 2
mil objetos decorados com borboletas, aranhas e escorpiões.
Segundo a Polícia Federal,
cerca de 10 mil borboletas foram mortas para ‘decorar’
porta-jóias, chaveiros, quadros e porta-retratos.
A operação também recolheu 107 escorpiões
e três aranhas. Os proprietários dos estabelecimentos
foram autuados e responderão pela prática
de crime ambiental.
Do G1 |
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Girafa ganha brinde
de visitante |
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O zoológico de Taronga, em
Sydney, na Austrália, implantou um programa que
possibilita os visitantes a alimentar algumas espécies.
A idéia do zoo é fazer com que as pessoas
possam saber como funciona os bastidores. A ideia parece
que vai pegar...
Divulgação/Zoo
de Taronga |
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O que você não
deve fazer... |
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Algo que deveria ser óbvio,
ainda é um problema em muitos zoológicos
do mundo. Alimentar os animais sem permissão e
pior, jogar lixos nos recintos dos bichos.
No Jardim Zoológico Springer
River, em Roswell, Novo México, uma família
de lêmures (Louis, Hedley e Dorothy) fica curiosa
com uma embalagem que foi parar dentro de seu recinto.
Essa prática de jogar lixos nas jaulas pode causar
até morte de um animal, fique ligado...
O Zoo de São Paulo tem
um programa de educação ambiental voltado
para esse assunto, que ensina alguns visitantes ‘porcalhões’
a se comportar dentro do parque. Saiba mais www.zoologico.sp.gov.br
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Macaco-prego abandonado
em Belém ganha um lar |
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Um macaco-prego (Cebus apella) abandonado
na cidade de Belém, no Pará, foi encaminhado
para o zoológico Animal. O primata que foi encontrado
acorrentado em uma área deserta foi resgatado por
agentes do Ibama. Segundo o instituto, o animal apresentava
sinais de maus-tratos.
Da Globo |
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Cientistas registram
13 mil espécies nos oceanos gelados |
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Um censo da vida marinha realizada
nas águas geladas da Antártida e do Ártico
revela uma exuberância da biodiversidade. Os pesquisadores
registraram 7,5 e 5,5 mil espécies respectivamente.
"Os livros de ciência
dizem que há menos diversidade nos polos que nos
trópicos, mas encontramos uma variedade espetacular
de vida marinha nos oceanos Antártico e Ártico",
diz Victoria Wadley, pesquisadora australiana, que participou
do levantamento feito na Antártida.
A maior parte das formas de vida
descobertas são invertebrados, animais simples,
sem espinha vertebral. O Censo da Vida Marinha é
patrocinado por governos, organizações privadas
e pela ONU.
Reprodução/University
of Alaska Fairbanks, Census of Marine Life, Russ
Hopcroft |
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Globo/Associated Press |
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Projeto irá
trabalhar na conservação de recursos naturais |
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Corumbá – Mato Grosso do Sul
- O Criança Esperança acaba de aprovar o
projeto “Crianças das Águas – Pantanal:
identidade e cidadania”, que terá a participação
da Embrapa Pantanal como parceira. O projeto foi elaborado
pela Ecoa–Ecologia e Ação, uma organização
não-governamental que vem trabalhando desde 1994
com comunidades pantaneiras.
As ações com 230 crianças,
adolescentes e jovens começam a ser desenvolvidas
ainda neste mês, com investimentos previstos de
R$ 100 mil do Criança Esperança e mais recursos
humanos, apoio logístico, infra-estrutura e articulação
política da organização e parceiros.
A Embrapa Pantanal (Corumbá-MS),
Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
- Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, é uma das parceiras
e vai coordenar o diagnóstico da situação
atual na área de educação e saúde
das quatro comunidades contempladas: Porto da Manga, Baía
do Castelo, Paraguai Mirim e Barra do São Lourenço.
A pesquisadora Cristhiane Amâncio,
que já iniciou esse diagnóstico para um
projeto da Embrapa e do CNPq, também vai apoiar
atividades de educação e do trabalho com
recursos pesqueiros, manejo sustentável, educação
ambiental e recursos naturais.
Crishiane Amâncio
e Robson Amâncio/Embrapa |
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Crianças
ribeirinhas brincam no rio: projeto melhora qualidade
de vida |
O projeto vai trabalhar a conservação
dos recursos naturais, a valorização da
figura do pescador profissional artesanal e a auto-estima
das crianças e de suas famílias. Também
terá ações voltadas a saúde,
principalmente, das crianças e adolescentes.
“Estão previstas ainda atividades
ligadas à orientação sexual e planejamento
familiar, além de apoio pedagógico para
as instituições de ensino que atuam nos
locais”, afirmou a pesquisadora. Segundo ela, os parceiros
vão sugerir metodologias que permitam trabalhar
temas ambientais com bons resultados.
Cristhiane lembra que a profissão
do pescador profissional artesanal precisa ser valorizada.
“Hoje poucas crianças se interessam em aprender
o ofício da pesca com os pais ou avós. Esse
tipo de pesca é um artesanato. E se não
houver esse vínculo desde a infância, essa
profissão pode ser perder.”
De acordo com Cristhiane, se não
valorizarmos essa profissão, deixaremos de valorizar
o Pantanal, sua cultura e suas águas, porque são
esses usuários que compreendem a dinâmica
de cheia e vazante do rio há várias gerações.
São eles que, de alguma forma, auxiliam as pesquisas
cientificas voltadas para a conservação
do Pantanal que a Embrapa, junto com a Ecoa e demais parceiros,
trabalha somando esforços para a sustentabilidade
local.
Um dos componentes do projeto será
a comunicação, com apoio do programa Navega
Pantanal, da Fundação Manoel de Barros.
Crianças e jovens vão participar de um sistema
de comunicação com rádio-escola,
internet e blogs, que vai facilitar o intercâmbio
de experiências e disseminação de
informação para a formação
cidadã.
No total, o projeto vai beneficiar
diretamente 500 pessoas, incluindo as crianças,
suas famílias, professores e as comunidades envolvidas.
A pesquisadora, que atuará como voluntária,
explica que o projeto se encaixa na política de
responsabilidade social da Embrapa, além de compor
dados de pesquisa na área de sociologia que já
estão em andamento.
Os outros parceiros da Ecoa são:
Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis), UFMS (Universidade Federal
de Mato Grosso do Sul), Prefeituras de Corumbá
e Miranda, Seap (Secretaria Especial de Aqüicultura
e Pesca), Instituto Chico Mendes, Parque Nacional do Pantanal,
Rede Pantanal de ONGs e Movimentos Sociais, Casa (Centro
de Apoio Sócio-Ambiental), PNP (Paz Natureza e
Pantanal), Fundação Manoel de Barros, Associação
dos Ribeirinhos da Serra do Amolar e Barra do São
Lourenço, Associação de Moradores
do Porto da Manga, Rede Aguapé e Ecomunicadores
do Pantanal.
Crishiane Amâncio
e Robson Amâncio/Embrapa |
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Crianças
ribeirinhas brincam no rio: projeto melhora qualidade
de vida |
Ana Maio
Embrapa Pantanal |
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Orangotango ameaçado
de extinção nasce em cativeiro |
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O zoológico de Chester, em
Cheshire, na Inglaterra, comemora o nascimento de um filhote
de orangotango-de-sumatra. Ao lado da mãe Subi,
e do irmão Budi, o bebê é segundo
espécime a nascer em menos de um ano no zoo. A
espécie está classificada como ameaçada
de extinção.
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Chita africana é
registrada no deserto do Saara |
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Um raro registro de uma chita feito
por cientistas do Zoological Society of London, no deserto
do Saara, na região da Argélia, pode ajudar
na identificação de sua população.
Durante a pesquisa, os cientistas
registraram quatro indivíduos que puderam ser identificados
através de seu padrão de manchas, uma espécie
de ‘impressão digital’ do animal.
Vivendo em todo o deserto do Saara
e no norte e oeste da África, a chita está
ameaçada de extinção. Segundo estimativas,
cerca de 250 animais adultos vivem na região.
Divulgação/Zoological
Society of London
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Contra o aquecimento
global: banho de neve |
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Urso se refresca na neve no zoológico
da cidade de Lausanne, na Suíça. A temperatura
da região está em torno de zero grau Celsius.
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