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Formiga argentina
usa substâncias para não ser enterrada viva |
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Recentemente o pesquisador Dong-Hwan
Choe, da Universidade da Califórnia em Riversidade,
descobriu que a Linepithema humile, uma espécie
de formiga argentina, possui moléculas que funcionam
como um alerta às companheiras de que está
viva. Evitando assim que sejam levadas ao ‘lixão’
da colônia por engano. Pois a limpeza da colônia
através da remoção de cadáveres
é fundamental para a saúde da formigas.
Essa substância deixa de ser
produzida logo após a morte do inseto. Para chegar
a esta conclusão os pesquisadores lavaram formigas
vivas para retirada desta substância, que de volta
a colônia foram levadas ao lixão de qualquer
maneira.
PNAS/Divulgação |
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Formiga carrega
indivíduo imaturo morto para lixão
do formigueiro... |
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Dong-Hwan Choe/Divulgação |
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... e faz o mesmo
com indivíduo adulto de sua espécie
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Do G1
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Filhote de jaguar
negro nasce em zoo |
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Nasceu no zoológico Parque
das Lendas, em Lima, no Peru, um filhote de jaguar negro.
O felino é o quarto da espécie a nascer
em cativeiro.
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Nova espécie
de pássaro é descoberta |
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Foi descoberta pelos pesquisadores
da Universidade de Melbourne (Austrália) e da Wildlife
Conservation Society (WCS), uma nova espécie de
rouxinol no Laos. O pássaro que recebeu o nome
de Rouxinol da Face Pelada (Bare-Faced Bulbul) é
a primeira ave desta espécie descoberta em 100
anos na Ásia.
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Panda vermelho nasce
em zoo |
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Nasceu esta semana, no zoológico
de Lincoln, em New England, Estados Unidos, um filhote
de panda vermelho. Porém sua mãe a panda
Wen-Dee tem dificuldades para produzir alimento. Por isto
o bebê panda inspira cuidados de toda a equipe do
zoo que se reveza para acompanhar sua saúde e alimentá-lo.
Divulgação/Zoo
de Lincoln |
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Divulgação/Zoo
de Lincoln
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Ave reconhece quem
é ‘gente boa’ e quem é ameaça, diz pesquisa |
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Segundo pesquisa realizada na Universidade
da Flórida, em Gainesville, Estados Unidos, divulgada
na revista científica “PNAS”, o pássaro
americano Mimus polyglottos é capaz de identificar
humanos que já ameaçaram seu ninho.
Esta ave que é adaptada a
vida nos centros urbanos, mantém relação
pacífica com os humanos. Mas ao ter seu ninho ameaçado
por qualquer pessoa “registra” o invasor, que é
atacado pelos pássaros toda vez que passa no local.
Louis Guillette/Divulgação |
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Animal, claro,
não gosta quando se aproximam de seu ninho |
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Louis Guillette/Divulgação |
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Animal prestes
a atacar estudante que já tinha visto perto
de seu ninho |
Do G1
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Gorila nasce em parque
na Alemanha |
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A gorila Gana de 12 anos que vive
no zoológico de Muenster, na Alemanha, superou
a perda de seu filho Claudio, que morreu de infecção
intestinal aos três meses de idade no ano passado.
Agora a mamãe gorila curte a chegada do novo filhote
com apenas 2 dias de nascido.
Divulgação/Zoo
de Muenster
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Divulgação/Zoo
de Muenster
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A destruição do meio
ambiente em qualquer parte do Planeta Terra tem, via de
regra, o ser humano como o principal causador. Aquele
que DEUS deu a capacidade de raciocinar, a consciência
de saber o que representa suas atitudes e ações
e o livre arbítrio de tomar a decisão certa
ou errada.
A degradação de nossa
“casa” a cada dia se acumula e aos poucos vai tornando
ameaçada a existência da raça humana,
mas o pior é que estamos arrastando conosco as
outras formas de vida deste Planeta.
As grandes cidades em sua incessante
fome de crescimento vai engolindo o patrimônio inalienável
que Deus cedeu ao nosso uso. Exemplos negativos brotam
aos milhares, a própria ocupação
irregular do solo e outras formas de desrespeito à
legislação ambiental são o nascedouro
em futuro não distante da desordem urbana, que
também causam reflexos na segurança pública.
O crime organizado a usar as favelas como sua fortaleza
para dificultar a ação preventiva e repressiva
da Polícia, as reintegrações de posse,
as feiras de rolo, as zonas sob a influência de
gangs, que impõe pelo terror a obediência
de uma população que não consegue
evitar a submissão, tudo isso, são alguns
aspectos de que a qualidade de vida que se busca nas cidades
está negativamente comprometida.
O “efeito dominó” tem sua
primeira pedra tombada no núcleo familiar, onde
a educação deve começar e na escola
ser complementada. Ali também deve ser plantada
a semente do uso racional de nossos recursos naturais.
Ensinar que eles são finitos e passiveis de se
tornarem escassos ou de faltarem no futuro.
O conceito de sustentabilidade, tão
citados entre aqueles que labutam na área ambiental
e tão pouco posto em prática pelas pessoas,
especialmente as que, por sua posição na
estrutura da sociedade e por dever de ofício, o
deveriam fazê-lo, acabam por comprometer a estabilidade
e o delicado equilíbrio do meio ambiente. Precisamos
mudar a postura passiva e até omissa, se não
quisermos sofrer as graves conseqüências que
a própria ciência já sinaliza aos
berros. Talvez essas mudanças possam ocorrer por
imposição da “mãe natureza”, que
pode se manifestar de forma violenta, seja pelas conseqüências
do aquecimento global (secas, inundações,
tornados, furações, etc.), pelos terremotos
mais freqüentes, pelas pragas a dizimar nossas plantações
ou por novas formas de doenças incuráveis,
mas seria melhor que fosse por nossas mudanças
de atitudes. Já dizia o saudoso Chico Xavier: “Ambiente
limpo não é o que mais se limpa e sim o
que menos se suja”.
Gilmar Ogawa
Ten Cel PM Comandante
4.Batalhão de Polícia Ambiental
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Veneno, e não
baba, é arma mortal de dragão |
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Nova pesquisa realizada por Bryan
Fry da Universidade de Melbourne, Austrália, divulgada
na revista científica “PNAS”, identificou que o
dragão-de-komodo possui glândulas produtoras
de veneno semelhante a dos répteis localizadas
no crânio.
Após análise do veneno
descobriram que sua composição química
age na coagulação e circulação
sanguínea da vítima, levando-a morte. Até
então acreditava-se que o animal se valia de bactérias
na saliva capazes de causar infecção para
abater suas presas.
Chris Kegelman/Divulgação |
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No detalhe, a
temida bocarra da criatura |
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Chris Kegelman/Divulgação |
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O dragão
se debruça sobre o cadáver de uma
de suas vítimas |
Do G1 |
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